segunda-feira, 4 de julho de 2016
Tiara Vermelha
Essa história é minha e eu conto como eu quiser
Quero caminhar para a casa de minha família, parece um caminho distante, mas não olharei para o perigo.
Mas onde fica minha casa? Assim como diz Renato: Já morei em tantas casas que nem me lembro mais… Quero terminar morando com meu Pai.
Estou confuso! O caminho é por ali ou por aqui?
Mas enfim eu acho um lugar para guardar meu coração e com a dona do lugar vejo olhos grandes: mas ao contrário da historinha, ela é uma ovelha boa, e pergunto a mim mesmo, como posso ser envolvido por olhos tão sorridentes, dia maravilhoso, flores e animais machucados. Penso em alguma coisa: vem você no pensamento!
Continuo a andar tentando manter maças de ouro em salvas de prata, pois me humilham e mesmo assim prefiro liberar palavras em seu determinado tempo.
Agora vem o passarinho, mas não irei esperar ele bater as asas; mas ao longe fiquei olhando e ele voou. Ela não sabe andar de bicicleta nem assobiar, mas a melodia estar no ar.
Realmente assim como você diz: Sinto falta dos seus pratos…
Lindos e cheirosos são seus cabelos, trabalha e sorrir, ah como é lindo seu sorriso, e fico mais Feliz ainda quando os motivadores somos nós.
Não queira mais tomar minha maçã, pois isto é para quem esta doente, não falarei mais o endereço, não quero repetir a história outra vez, tentarei fazer diferente. Que bela casa nos temos, bastamos apenas cuidarmos bem para que nenhum sopro peludo venha maquinar a derrubar. A voz parece fina, hora parece grossa. Não deixe levantar a tranca!
Mas terminando quero dizer que não tenho chapéu, nem casa, me faltam as salvas e meus olhos deixarão de serem grandes, mas grande mesmo será o Amor por um pássaro ferido.
MN
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