Felicidade por metade,
arrependimento em mente, mas isso é nada mais nada menos que uma guerra.
Arrependimentos não vem de Deus, pois o cair da folha e vontade Dele.
Entretanto ontem agradeci por não ter mais escrito, mas parece que tenho um copo com água, assim como José, costumes de uma época, costumes desta, sei que é momentânea, não me enganarei mais, não irei cirandar mediante uma escada, o sentido é pra cima, pra baixo ficará sua cabeça do meu calcanhar.
O sujo que não manchara suas vestes, passa de mim, ônibus, ônibus meu, têm alguém mas agoniado do que eu? Sim, aquele pedindo esmola, onde eu não precisava e pratiquei.
Pois hoje são linhas que não queriam ser escritas, não Evangelize, porque não sabes a dor, nunca vivi tanto um Sistema falido, uma Anatomia amarga e uma Osteologia dolorida. Nervosa é minha manhã onde primeiros pensamentos não são orações. Uma quimo seria melhor que uma química falsa, alegria onde está você? Pousa aqui no meu ombro, pois evitaria visões de vultos.
Pessoas surtam, mas uma razão existe, a desconfiança é imensa, o calor de uma palavra Amiga que nunca chega, pessoas te olham e sua mente remete uma desconfiança passada.
Feliz o Cisne Branco que navega sem culpa de espirito, espirito do Manoel que cantava desenhos de casinhas, será profunda a escrita ou uma movediça que não enterra?
Na verdade sai de uma ordem unida onde todos participavam ao meio dia.
Queria tanto não escrever mais, alguém precisa lê!
Obrigações que antes largaria mão, hoje não pode ficar ociosa.
Mas vou aqui sofrendo pra deixar alguém feliz, boa leitura.
Quadrinhos nunca gostei, quem sabe neles teria aprendizagem de um mundo redondamente preconceituoso.
A boca fala o que a mente está cheia, pois é lá onde o Coração passa a doer.
Interessante o flanelinha não me reconhece, mas seu tutor sim.
Lembre-se, as mãos que vos escreve é de um irmão que te ama.
Arrependimentos não vem de Deus, pois o cair da folha e vontade Dele.
Entretanto ontem agradeci por não ter mais escrito, mas parece que tenho um copo com água, assim como José, costumes de uma época, costumes desta, sei que é momentânea, não me enganarei mais, não irei cirandar mediante uma escada, o sentido é pra cima, pra baixo ficará sua cabeça do meu calcanhar.
O sujo que não manchara suas vestes, passa de mim, ônibus, ônibus meu, têm alguém mas agoniado do que eu? Sim, aquele pedindo esmola, onde eu não precisava e pratiquei.
Pois hoje são linhas que não queriam ser escritas, não Evangelize, porque não sabes a dor, nunca vivi tanto um Sistema falido, uma Anatomia amarga e uma Osteologia dolorida. Nervosa é minha manhã onde primeiros pensamentos não são orações. Uma quimo seria melhor que uma química falsa, alegria onde está você? Pousa aqui no meu ombro, pois evitaria visões de vultos.
Pessoas surtam, mas uma razão existe, a desconfiança é imensa, o calor de uma palavra Amiga que nunca chega, pessoas te olham e sua mente remete uma desconfiança passada.
Feliz o Cisne Branco que navega sem culpa de espirito, espirito do Manoel que cantava desenhos de casinhas, será profunda a escrita ou uma movediça que não enterra?
Na verdade sai de uma ordem unida onde todos participavam ao meio dia.
Queria tanto não escrever mais, alguém precisa lê!
Obrigações que antes largaria mão, hoje não pode ficar ociosa.
Mas vou aqui sofrendo pra deixar alguém feliz, boa leitura.
Quadrinhos nunca gostei, quem sabe neles teria aprendizagem de um mundo redondamente preconceituoso.
A boca fala o que a mente está cheia, pois é lá onde o Coração passa a doer.
Interessante o flanelinha não me reconhece, mas seu tutor sim.
Lembre-se, as mãos que vos escreve é de um irmão que te ama.
Natal/RN
MN
Vai Valer a Pena,

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