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domingo, 4 de janeiro de 2015

Ventos da Vida


Levando vento e vivendo no vento em um lugar sem vento algum, terminando um determinado evento, o futuro detento estava procurando um vento em um assento, quando foi indicado pelo vento a uma senhora, a mesma veio ao detento, procurar ajuda para um que estava no relento.
O futuro detento sem pestanejar com a falta do vento prontificou-se em ajudar o homem do relento, conseguindo assim em poucos dias de sol ardente, um vento no rosto do que queimava e suava no relento, já viu suar no vento? realmente ninguém sente o que sentindo estar por falta de vento.
Mas enfim, o homem do relento conseguiu ir para um lugar, onde seu rosto deixou de precisar de vento e tendo uma audiência onde ninguém quer saber do teu evento, ele fugiu.
Portanto saindo o outro que conseguiu o vento para aquele que vivia no relento sem participar de nenhum evento, chegou naquele lugar onde todos estão participando de apenas mais um evento, e foi logo perguntando se seu amigo do relento ainda estava apanhando vento, mais disseram logo: não!
Aquele não tem jeito, realmente precisa viver no relento, pois todos estes que vivem no relento, não tem jeito de viver dentro no nosso evento, mas realmente, os doentes não podem gostar de eventos, mas como? os pecadores que vivem mediante o jogar das folhas ao vento já vivem jogados ao vento, imagine os doentes que ficam suando no vento.
Mas esperamos um dia onde todos os eventos irão acabar e não haverá primeiro nem último, não haverá nem suor, nem lágrimas, será um grande Evento onde todos passearão em cavalos brancos onde ninguém cairá, e quem sabe ao cair, cairá em um lindo vento de um Espirito sem julgamento.

MN
Vai Valer a Pena

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